domingo, 1 de maio de 2011

Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. que sejam doce os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira - quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. que seja doce o seu cheiro. que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. que seja doce a ausência do meu medo. que seja doce o seu abraço. que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. que seja doce. que sejamos doce..

sábado, 30 de abril de 2011

”- Você sempre foi sim bom de cama, pena que não se vive só disso. Pena que não se sustenta relação ou não-relação alguma só com isso. E mesmo que por alguns minutos eu tenha até mesmo me sentido suja, usada, enganada por você, eu consegui me dar conta de três coisas. A primeira, eu tinha sido sincera. Mais até do que o normal. Não que você fosse especial demais para merecer, mas porque eu sou sincera mesmo. E naquela cama, olhando para você e chorando, eu fui sincera comigo, com tudo aquilo que eu sinto e deixo de sentir. E isso, essa sensação de alívio, de dizer o que se pensa, o que se sente, não tem preço. É pensando em você, em mim e na gente que eu me dei conta da segunda coisa; você seria, para mim, apenas mais um babaca com um piru acoplado na pélvis e um bom papo que passaria pela minha vida. E eu serei para você talvez o que sempre fui, aquilo que você sempre disse que eu era. Eu fui, sou e sempre serei “a menina diferente de todas as outras que existem por aí”. Espero que você, meu caro amor falido, encontre sim alguém melhor que eu antes dos seus quarenta anos, alguém bom que te ame e te respeite. Alguém que, vamos combinar, não se encontra em mercados e micaretas. Não é nem questão de massagear ego, mas homens iguais a você tem aos montes por aí. Eu mesma já conheci vários. Mas mulheres como eu, você só conheceu mesmo a mim. Vai ver eu resolvi ver em você não o que um dia você foi, se é que já foi, mas aquilo que eu queria ver. Eu, tanta areia para esse seu caminhãozinho de merda que não importa o número de viagens que faça ou quão bom seja na cama, não me basta. Limpa, eu me dei conta de que você não me basta. É, não basta.”

sexta-feira, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Tô repetindo pra mim mesma: chega de sofrer, né?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

“Fiquei feliz em poder sentir tua falta, - a falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém. É assim o nosso ciclo. Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz. Preciso saber que tu está bem, se respira, se comeu ou tomou banho - com o calor que está fazend…o neste verão, tome pelo menos uns três ao dia, e pense em mim, estou com calor também. Me faz bem pensar nessas atividades corriqueiras, que supostamente você está fazendo. Ah, e eu estou te esperando, com meu vestido curto, óculos escuros grandes e meu coração pulsando forte, e te abraçar até sentir o mundo girar apenas para nós. É, eu gosto muito de ti.”

terça-feira, 26 de abril de 2011

And now, I miss everything about you. Can’t believe that I still want you and after all the things we’ve been through . I miss everything about you..

segunda-feira, 25 de abril de 2011

“Ele pode estar olhando as suas fotos neste exato momento. Porque não? Passou-se muito tempo. Detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça todas as coisas que você faz, escondida. Sem deixar rastro nem pistas. Talvez ele passe a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram seus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E ainda assim preferir o silêncio. Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes. Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape! Talvez ele perceba que você faz falta. E diferença. De alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris. Talvez ele volte. Ou não.”